Coração que ama, jamais perde a esperança de encontrar paz no abraço apertado e repleto de sentimento e sentido daquele amor norteador da sua existência.
Quem sou eu
- ROSANGELA SCHMIDT
- Advogada, Professora, Especialista em Direito Administrativo; Direito Previdenciário; Pedagogia Escolar: supervisão e orientação; Metodologia da Ciência; Metodologia do Ensino Superior e Direito Educacional. Representante do Fórum Paranaense da Pessoa Idosa no Conselho Estadual do Direito da Pessoa Idosa do Paraná – CEDI PR, integrante do Fórum Paranaense da Pessoa Idosa – FPPII, Membro Efetivo da Comissão dos Direitos da Pessoa Idosa da Ordem dos Advogados do Brasil - seção Paraná e Membro Efetivo da Comissão dos Direitos da Criança e do Adolescente da Ordem dos Advogados do Brasil - ,seção Paraná,. Estudiosa do Envelhecimento, Longevidade e dos Direitos inerentes à Pessoa Idosa. E-mail: adv.rosangela.s@gmail.com
07 junho 2013
06 junho 2013
MENINA MULHER
Rosangela Schmidt
Por muitos anos uma menina permaneceu mergulhada em seus sonhos,
escondeu a tristeza e viveu cerceada da felicidade. Sua vida fora reduzida a
submissão ditada por padrões sociais impostos. Acometida por desejos
incontroláveis de lançar-se ao mundo e da necessidade de proporcionar a si o prazer de sentir-se, novamente, pronta
para o amor, num ímpeto de coragem, desafiou as bases sociais permitindo-se usufrutuar
da felicidade.
O tempo andou
lado a lado com a menina e, neste ir e vir sonhos foram arquitetados,
cultivados e desejados. Seus segredos
guardam histórias de vidas dentro da sua, não anunciados e fazem arder no peito
um coração incansável na busca do amor, de um amor enlouquecedor e capaz
de tirá-la de sua melancólica existência, jogando-a nos braços
da doce loucura, na força do profundo desejo e da ardente vontade de sentir, novamente,
o amor.
A menina segue,
repensa sobre sua história, dos momentos significativos procedentes de um
antigo compromisso, da relação entre um homem e uma mulher, dos inúmeros
projetos idealizados a dois, porquanto alguns permanecem na esfera dos sonhos e
tantos outros efetivados. Renasce a esperança de continuar sendo parte dessa
história e construir novos instantes de
felicidade e de partilha, ficar e
sentir-se segura ao lado daquele que já foi seu amor.
Ao mesmo tempo, a
imensa vontade em permanecer nesta união é bombardeada por diversas lembranças
de abandono, de ausência de carinho, de incompreensão e de insipidez. Os
maravilhosos momentos da relação com seu par não superam as tristezas e
desilusões. Cada reflexão incita, na menina, o desejo do adeus, de abandonar a
causa e buscar a felicidade.
Em torno das
incertezas geradas, certa da decadência dessa relação entre a menina-mulher e
seu antigo amor, ela pára, reflete sobre
situações que, ainda, persistem e seguem juntas à seus sonhos e, lá no
fundo da sua alma, entre o limiar do racional e do irracional, busca ponderar o presente frente às
expectativas do futuro e envolve-se na esperança latente e, deseja ardentemente
sentir-se viva em outras situações que não mais envolvam àquele relacionamento
desestimulado por incansáveis
discórdias.
Haverá esperança,
para a menina, de encontrar alguém capaz de fazer com que esqueça seu
sofrimento, angústia e abandono e renasça para o amor?
O destino pode
soprar contra as vontades da menina, ela não desistirá, continuará firme ao
encontro do seu propósito. Mesmo que tudo pareça perdido e as dificuldades
surjam por inúmeros obstáculos apostos à sua frente capazes de fadigarem seus
músculos, levando-a ao mais alto estágio do desanimo, mesmo assim não abandonará seus sonhos porque
traz no peito a certeza da força do seu querer, forte o suficiente para mudar os rumos da sua existência e dar
corpo às fantasias arquitetadas em seu castelo
de clausura e sonhos. Tratam-se de anseios que aceleram os batimentos do
seu coração e nasce a necessidade de justapor luta e paciência. A menina, sem
poupar sacrifícios, persiste para que o amor ressurja não como primeiro, mas
único e hábil de fomentar a paixão que
envolve os amantes. E, ao seu modo, o destino naturalmente fará a menina
esquecer as desilusões e os sofrimentos provocados por uma relação que há muito
perdeu-se no tempo.
O forte desejo de
ser feliz emana no sorriso e no olhar da menina. É a vontade inequívoca de locupletar sua vida no mais lindo amor e
fazer da sua existência o eterno prazer, porque, agora, a menina é livre para
ter alguém ao seu lado, amando-a na razão do seu querer e na proporção do seu
desejo. Esse amor tornar-se-á tão presente
quanto suficiente e, ao
encontrar-se à frente do seu amado
acolherá no seu abraço o dele e,
renascerá em seu interior intensos desejos de ser, para sempre, a sua menina-mulher.
25 maio 2013
MULHER GUERREIRA
Rosangela Schmidt
Fim
de tarde num parque como outro qualquer, um carro chega lentamente,
estaciona. À frente da motorista muitos transeuntes passeiam,
divertem-se. Ela desce, atravessa a ciclo via, cruza o extenso
gramado e acomoda-se diante do lago. Lágrimas cortam-lhe a face
enquanto a tristeza abraça o seu corpo.
Com
os olhos fixos no limiar do infinito com o real, ela pensa. De inicio
reflete sobre situações vivenciadas e tão semelhantes às últimas
apresentadas. Já venceu tantas batalhas, obteve inúmeros êxitos,
porém como toda a novidade oriunda do inesperado, surge à incerteza
da existência de forças internas para, outra vez, lutar e, assim,
acrescentar mais um capítulo neste livro da sua história.
Sufocada
pelo inesperado, a jovem mulher, reporta-se aos dias que seguiram à
vitória que despertou em seu ser uma imensa alegria da certeza do
fechar de um ciclo, cuja esperança, naquele momento, tomou conta do
seu íntimo não cedendo mais o lugar ao sofrimento e a dor. Porém,
como se a vida sempre necessitasse repetir a história, ela desperta
de sonhos encantadores e cai na realidade, na qual cada fato atrai
imediatamente outro, com a mesma intensidade e, ambos unem-se a
tantos outros para formarem o redemoinho da vida.
Seu
olhar encontra-se tão perdido quanto desiludido. Outrora fora
protagonista de incansável guerra pela sobrevivência e, agora,
procura encontrar àquela mulher guerreira, que há muito julgava
aposentada dentro de si e, assim buscar em seu desassossego
forças que emanem de suas entranhas o desejo incontrolável
para, novamente, atingir a vitória.
Porém,
nas primeiras batalhas, a novidade pairava no ar. Agora conhece as
faces desta guerra. Compreende que não basta o querer tão somente,
há de existir a mínima esperança para que erga sua clava e combata
os medos que circunscrevem os limites de suas forças. São temores
que induzem-na a dizer sim, ao destino escrito por outras mãos.
Da
última batalha à contemporaneidade, essa mulher, aprendeu que viver
é dom e entregar-se é covardia. Mais ainda, medos decorrem de
incertezas, são frutos de fatos desconhecidos e por assim o serem,
rodeiam as mentes dos seres humanos e os fracos caem, fraquejam são
absorvidos pela desesperança e amargura, sentem-se vencidos
trancafiados na masmorra do abandono.
Viver
requer empunhar bem alto e forte a perseverança como meio indutivo
para redescobrir novos caminhos e reconvir a felicidade. Ao bradar,
alto: “Vida”, estará, ela, direcionando sua voz a todos os
momentos, desvelando incógnitas e, a esse modo, impulsionará a roda
da vida para que surja, em meio ao caos, à luz da esperança.
Seu
olhar, seus verdes olhos marejados de lágrimas traduzem a tristeza
do ato. Seu íntimo de mulher guerreira encontra-se despreparado e
desatento, fora fulminado pela novidade. Ela continua inerte, pasma,
envolta aos pensamentos.
Essa
mulher conhece sua força, sabe que acontecimentos inéditos podem
abalar seu ser porque nem ela, nem ninguém, jamais está preparado
aos imprevistos da vida.
Entretanto, faz parte dela o otimismo, a independência e a certeza
da vitória.
Já
mergulhou em momentos repletos de incertezas e de notícias
desperançosas. Enquanto ouvia repetidas vozes bradarem da
impossibilidade das ações, lançou-se como furacão à vida e nesse
destemido ato chamou para si a liderança da situação e, suas mãos
afastaram as de terceiros permitindo que, ela, rescrevesse a sua
história sob a ótica da mulher guerreira.
Essa
mulher veio ao mundo para ser alegre, feliz e atingir metas por ela
delineadas. Assim, se for necessário travar inúmeras batalhas, com
certeza estará, sempre, à frente dos medos e incertezas e, enquanto
houver resquícios de esperança, demonstrará, àqueles ao seu lado, que é capaz de vencer pacientemente as marcas
de uma vida de pesar solitário e continuar essa luta contrária as opiniões e
ações comuns, objetivando embebedar-se nas fontes do amor e da
vida, de expectativas futuras.
Ainda,
com o olhar perdido e a face marcada pela dor, essa mulher levanta. Sua visão no mesmo instante que atinge o infinito volta-se ao
presente e, ao respirar profundamente, fecha seus olhos e por
instantes a visão do mundo toma conta do seu querer e, ao reabrir
suas pálpebras empunha a esperança e parte rumo ao amor pela vida.
24 maio 2013
ALÇAR VOO
ROSANGELA SCHMIDT
Um pássaro pula de
galho em galho, parte rumo ao infinito, plana e, ao pousar, a melodia do seu
canto irradia alegria.
Certo dia o pássaro
pára de voar e alegrar a vida, torna-se por longo período triste e
cabisbaixo, pensa.... mas resiste de
todas as formas, esforça-se para alçar voo, cai inúmeras vezes, machuca-se,
porém não desiste, segue de modo árduo, é perseverante e, um dia, cansado de
tanto insistir naquilo que parece ser
impossível, encontra alguém que o acolhe, lhe dá carinho, cuida e ajuda
a libertar-se de dores, até então, compreendidas
como intransponíveis e, segue, agora não mais sozinho.
Numa manhã fria de
inverno, o pássaro, reinicia a tentativa de voo e neste momento o céu torna-se o seu limite.
Parte em linha reta rumo ao infinito, dá cambalhotas no ar, realiza imensos
círculos, abre suas asas e plana..... pousa no galho mais alto e canta, canta a
felicidade que enche e fortifica cada vez mais seus seus frágeis pulmões.....
seu canto ecoa longe, todos páram e admiram..... nunca viram tamanha grandeza
numa melodia. É o som da liberdade, da superação por meio da acolhida.
Muitos anos se
passaram e esse pássaro tornou-se cada vez mais feliz, sua pequena existência
ganhou sentido, encontrou a felicidade de viver, de vencer e seguiu
agradecendo, sempre, pelo dom da vida.
Nem todas as
histórias possuem final feliz. Certa tarde, o pássaro, em pleno voo tem uma de
suas asas fraturadas, cai, esborracha-se no solo. A melodia do seu canto é de
dor, de tristeza ao sentir que faltam forças para seguir. Muitos que o veem
nesse momento de pesar, olham sem nada compreender. Inerte, com o olhar perdido
no infinito, o pássaro, reflete sobre o porque dos acontecimentos, não
compreende as causas que levaram-no a um novo sofrimento. Encontra-se,
ele, sem perspectiva, desesperado. O
seu canto é de tristeza, sente o chegar da hora de não mais dividir as alegrias
de estar vivo com o som do vento, o frio da madrugada, o nascer e o por do Sol,
as gotas da chuva sobre seu corpo e tantos outros acontecimentos que passam
diariamente sem serem percebidos. Está só e não quer ninguém do seu lado,
deseja ficar com seu fardo, lamenta-se, sofre em silêncio.
Não era até então, do
conhecimento do pássaro, que muitos o amavam e que além de admirarem o seu
canto cantarolavam ao som dele, o pássaro refletia alegria sempre que surgia.
No momento em que o canto silenciou, muitos procuraram saber do acontecido. O
pássaro fechado no seu mundo cala-se. Muitos desistiram e buscaram outros meios
que alegrassem suas vidas. Entretanto, alguns insistiram, permaneceram ao seu
lado, fizeram com que o pássaro, ressoasse
numa última melodia seus sentimentos
que tocou os corações daqueles que insistiam em ficar e, assim,
ampararam o pássaro de asa quebrada para que pudesse refletir sobre o amor que
unia ele aos que sempre acreditaram na sua força, otimismo e alegria de
enxergar o mundo sempre numa perspectiva positiva.
O pássaro, muito
machucado e demais desesperançado, encolheu-se nos braços abertos à sua frente
e, neste momento a dor do seu canto feriu profundamente as almas de todos que
estavam ao seu redor. Aos poucos, aqueles que o amparavam, compreenderam o
significado dessa asa quebrada para o pássaro e vivenciaram uma dor sem
limites, na qual não cabiam palavras e, sim, o acolher, o calor humano. A única
forma de ajuda encontrada foi a solidariedade, nada mais poderia ser feito, a
asa não mais retornaria ao status quo
ante, mas o pássaro deveria aceitar e continuar lutando com forças além
das imagináveis, em busca da superação.
Hoje, o pássaro
encontra-se feliz dentro de suas limitações. Busca sentir cada dia como único e
vive de forma a retirar, dos momentos que ainda pode usufruir, as alegrias, o
amor a esperança de continuar por muitos anos vivendo, mesmo com limitações,
junto daqueles que sempre acreditaram na sua força, não o abandonaram no
momento mais delicado e desesperançado que envolveu sua frágil existência.
26 março 2013
Reflexão: O Ensino da Matemática
A Matemática é uma disciplina dinâmica, ou
seja, acompanha as modificações sociais. Desse modo, produz efeitos de alguma
forma nas relações interpessoais, pois o conhecimento matemático não restringe-se ao
ambiente escolar, transcende os limites territoriais do estabelecimento escolar
e insere-se na vida dos seres humanos. As inovações tecnológicas são exemplos de aplicabilidade dos cálculos
matemáticos.
Dessa forma, a investigação matemática deve
nortear o trabalho dos professores. O mundo moderno apresenta inúmeros meios
que facilitam o trabalho do professor de Matemática, entretanto cabe ao docente
buscar novas formas de transmissão dos conhecimentos matemáticos e, estes,
sempre conectados de alguma forma com a realidade, vinculados com outras disciplinas
do conhecimento para que se tornem significativos e prazerosos aos alunos.
Atualmente, é inconcebível métodos que visem engessar os
pensamentos e as ações dos estudantes. Observa-se nas instituições escolares o
despreparo do professor de Matemática para o enfrentamento das exigências de um
mundo globalizado. É essencial a todos os professores, de Matemática ou não, a busca por novos métodos que respondam com
eficácia as expectativas da sociedade contemporânea, assim, a investigação matemática
é uma das ferramentas que contribuirá de forma concreta para o
ensino/aprendizagem da Matemática.
Rosangela Schmidt
Rosangela Schmidt
01 dezembro 2012
PAIXÃO ANTIGA
Feliz quem tem um amor, mesmo escondido, ilumina traz calor e esperança, acende a alma.
Assim, adormece enquanto há distância, porém basta uma faísca e explode, incendeia as emoções, surge intenso, desperta de sua dormência toma conta do corpo e da alma, o tempo inexiste para quem ama....
É o arrepio, o frio no estômago, as pernas bambas, o corpo estremece com um gesto, em uma palavra.... É o amor que reaparece, tira a paz, inflama pensamentos e múltiplos sentimentos borbulham, transbordam felicidade, mexem com a alma e com o coração.
Apenas um reencontro entre dois apaixonados é capaz de transformar vidas... Suscita luz, alegria e sentido à existência, colore os dias e permite que amem outra vez....
Fecho os olhos e relembro momentos distantes, exceções da regra esquecimento. Busco emoções escondidas na face do tempo no olhar da saudade. O desejo cresce e, neste instante renasce a vontade de encontrar meu amor. A vida segue a linha tênue da esperança de um reencontro, para ter em meus braços o meu amado e, assim, não mais a distancia fomentar saudades, lágrimas e ilusões marcadas com pensamentos envolvidos na tristeza que sua ausência causa. Assim, sigo na ânsia de ver minha vida, novamente em seus braços.
RCJ/1987
Lembranças consomem dias, fazem o coração disparar e a vontade de procura aumenta ....
A vida esconde-se entre arbustos secos, entrelaçados e quebradiços, no vazio que fica, na dor que esmaga o amor que insiste ficar. Fecham-se os olhos e surge tão belo passado, sente-se o coração acelerar e o toque das bocas nos corpos unidos, é a vida que acorda, é o amor que renasce.
São corações que não esquecem do primeiro olhar, da vontade de ficar, do desejo de querer uma vida em outra vida, preencher lacunas e na completude da saudade a certeza de um querer adormecer e um ficar sem querer acordar.
RCJ/1988
Não explicamos, simplesmente olhamos, falamos, tocamos : queremos ser um só....
Não determinamos o momento em que surge o amor: amamos....
Não sabemos porque vivenciamos ao mesmo tempo e com a mesma intensidade a felicidade, a vontade, o sonho, a cumplicidade e o doce engano....
Não conseguimos traduzir o turbilhão de emoções presentes nas alegrias que tornam-se tristezas e que levam o abandono tornar-se parte de uma história, resulta, assim, um coração que precisa aprender a conviver com um novo ritmo: descompassado e solitário....
São dias intermináveis e caminhos infinitos, tortuosos e com a presença constante da solidão.
Não compreendemos a moral da história, apenas sentimos o tormento da separação, nas noites entregues à reflexões, acompanhadas por inúmeras buscas à respostas que nunca chegam....
Não, não e não queremos pensar naquilo que poderia ser e não foi: negar o sentimento existente é querer mais e mais....
Esquecer? Como?
Ah, se soubéssemos as respostas! O amor e a paixão seriam, então, sentimentos sem emoção e ausentes nos corações dos amantes.....
Não determinamos o momento em que surge o amor: amamos....
Não sabemos porque vivenciamos ao mesmo tempo e com a mesma intensidade a felicidade, a vontade, o sonho, a cumplicidade e o doce engano....
Não conseguimos traduzir o turbilhão de emoções presentes nas alegrias que tornam-se tristezas e que levam o abandono tornar-se parte de uma história, resulta, assim, um coração que precisa aprender a conviver com um novo ritmo: descompassado e solitário....
São dias intermináveis e caminhos infinitos, tortuosos e com a presença constante da solidão.
Não compreendemos a moral da história, apenas sentimos o tormento da separação, nas noites entregues à reflexões, acompanhadas por inúmeras buscas à respostas que nunca chegam....
Não, não e não queremos pensar naquilo que poderia ser e não foi: negar o sentimento existente é querer mais e mais....
Esquecer? Como?
Ah, se soubéssemos as respostas! O amor e a paixão seriam, então, sentimentos sem emoção e ausentes nos corações dos amantes.....
RCJ/2009
Assinar:
Postagens (Atom)











